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Modelo neoliberal impede mudanças profundas na educação chilena

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(1’45” / 411 Kb)  – A pressão por mudanças no sistema educacional do Chile levou o governo do presidente Sebastián Piñera a propor 21 novas medidas, na última segunda-feira (01), entre as quais está a garantia constitucional do direito à uma educação de qualidade. Os estudantes e professores chilenos seguem protestando há cerca de três meses. Eles informaram que analisarão a proposta do governo e darão uma resposta na próxima sexta-feira (05).

Para o secretário de Formação da Central Unitária de Trabalhadores (CUT) do Chile, Víctor Ulloa, devido ao seu modelo neoliberal, o governo Piñera não realizará mudanças profundas no ensino do país.

“Eu acredito que o tema resgatou e deixou instalado: o Chile requer outro tipo educação. E este governo, em nossa opinião, não tem possibilidade de dar respostas, com suas fórmulas, ao problema da educação pública chilena. Toda sua proposta está muito longe do que os estudantes, professores e atores políticos reivindicam hoje em dia”.

Estudantes universitários, secundaristas e professores se manifestam em defesa de um ensino público e de qualidade, por mais investimentos para a educação e pela regulamentação do ensino privado.

A educação superior no Chile, em sua grande parte, é privatizada. São cobradas mensalidades que variam de US$ 1 mil a US$ 2 mil – aproximadamente R$ 1,5 a R$ 3,1 mil –, nas principais universidades públicas e particulares do país.

Mais uma marcha pela Educação foi convocada para a próxima quinta-feira (4). As entidades estudantis e de professores optaram por realizá-la à noite, para que os demais trabalhadores e cidadãos chilenos possam comparecer. Os manifestantes garantiram que as negociações com o governo não irão impedir a continuidade dos protestos.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

02/08/11