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Indígena morre três meses depois de ser incendiada dentro de ônibus

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(1’18” / 305 Kb) - A indígena Lurdivone Pires da comunidade Terena morreu nesta terça-feira (23), depois de passar quase três meses internada na Santa Casa de Campo Grande (MS). Ela é uma das vítimas de um atentado ocorrido no dia 3 de junho, no município de Miranda. Lurdivone teve 70% do corpo queimado quando o ônibus escolar em que viajava foi atingido por uma bomba, depois incendiado.

No momento em que foi abordado, o veículo transportava 30 estudantes indígenas que retornavam para a comunidade. O motorista e outros seis indígenas também ficaram feridos.

A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso. Mas nunca divulgou informações sobre suspeitos ou linhas de investigação. Até o momento, ninguém foi preso. Na ocasião do ataque, o ônibus foi removido sem passar por perícia, segundo denúncia do Centro Indigenista Missionário (CIMI).

Na região, lideranças Terena estão ameaçadas de morte devido a disputas pelo reconhecimento de terras tradicionais. Diversas fazendas estão localizadas na área ocupada pelos indígenas. Entre elas, a fazenda Petrópolis, do ex-governador do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Pedro Pedrossian.

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

24/08/11