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Tropas brasileiras deixarão o Haiti, depois de gastos de R$ 1 bi

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(1’25” / 333 Kb) - Em março do próximo ano, 257 militares que participam da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) retornarão ao Brasil. Com esta ação, o governo brasileiro iniciará a retirada das tropas militares do país caribenho.

Além dos brasileiros, outros 1.6 mil oficiais de outras nacionalidades devem deixar a missão da ONU no mesmo período. De acordo com o ministro da Defesa, Celso Amorim, o objetivo é reduzir o efetivo para o número de soldados que estavam no país antes do terremoto de janeiro de 2010. Atualmente, 2,2 mil brasileiros prestam serviços no Haiti.

A Minustah foi criada pelo Conselho de Segurança da ONU em 2004, com o objetivo de manter a ordem no país. O comando da missão, que envolve mais de 12 mil militares e policiais de diversos países, está sob responsabilidade do Brasil. Desde o início da missão, o governo brasileiro já destinou mais de R$ 1 bilhão para custear a ocupação.

Na visão de organizações de defesa dos direitos humanos, a presença da Minustah viola os princípios básicos do direito internacional público. Entre eles, o direito à soberania nacional.  A Minustah teve participação importante durante as eleições presidências do Haiti, que foram marcadas por fraude e violência.

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

30/09/11