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Fome atinge três vezes mais os indígenas, de uma população de 50 milhões de subnutridos

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Segundo novo responsável regional da FAO, pela “capacidade de produção, não deveria existir fome”. A ONU aponta que o número de subnutridos na América Latina ultrapassa 50 milhões de pessoas.

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(1’23” / 324 Kb) - O problema da fome atinge três vezes mais os indígenas do que o restante da população na América Latina. Esta é a denúncia feita pelo novo responsável regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Raúl Benítez. A ONU aponta que o número de subnutridos na região ultrapassa 50 milhões de pessoas.

Segundo o economista argentino, em entrevista a agências de notícias, pela “capacidade de produção, não deveria existir fome, no entanto, bilhões de pessoas sofrem com ela em todo o mundo e 50 milhões na região”.

O chefe da FAO para América Latina e Caribe afirma que neste momento o sistema financeiro está orientado para dar empréstimos a grandes empresas, “enquanto o pequeno produtor não pode sequer passar pela porta do banco”.

Outra questão priorizada por Benítez é a precariedade do emprego agrícola. Segundo pesquisa da FAO e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), na região predominam os trabalhos informais, com baixa remuneração, sem acesso à proteção social e sem respeito pleno aos direitos trabalhistas.

A Conferência Regional da FAO deste ano estabeleceu como temas prioritários a saúde e segurança alimentar, a agricultura familiar e a adaptação às mudanças climáticas.

Benítez substituiu, no final de junho, o posto que antes pertencia ao brasileiro José Graziano, hoje diretor geral do organismo.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

02/07/12