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Chilenos organizam protestos em defesa da educação pública

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Manifestações contra a mercantilização da educação ocorrem nesta terça-feira no Chile. No país não há ensino universitário gratuito. Os protestos contra o presidente Sebastián Piñera e o sistema educacional começaram em 2010.

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(1’15” / 294 Kb) - Estudantes, professores e mais de cem organizações não governamentais, entidades sindicais e movimentos sociais realizam protestos por uma educação pública e gratuita no Chile. Nesta terça-feira (28), uma série de manifestações em defesa de mudanças do sistema educacional ocorrem no país.

Os chilenos pedem o fim da manutenção do ensino privado, acesso gratuito às universidades públicas e mais vagas na educação básica. As manifestações contra o presidente Sebastián Piñera e o sistema educacional no Chile começaram em 2010, quando ele assumiu o governo.

O movimento intensificou novamente os protestos neste mês de agosto. No dia 9, cerca de 100 mil estudantes e professores foram às ruas da capital chilena. Manifestação semelhante aconteceu no dia 23.

No Chile, não há ensino universitário gratuito. As universidades públicas são pagas, geralmente através de programas de financiamento, que resultam no endividamento dos estudantes. Nas universidades particulares, o ensino é de má qualidade e as mensalidades são caras. Além disso, falta fiscalização por parte do governo nas instituições privadas.

De São Paulo, da Radioagência NP, com informações do Brasil de Fato, Vivian Fernandes.

28/08/12