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Mineiros sobreviventes são acusados por massacre contra colegas

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Na última quinta-feira (30), em uma sessão judicial, os promotores acusaram os próprios grevistas pela morte dos colegas. Os trabalhadores responderão processos por homicídio e tentativa de homicídio, como cúmplices do crime.

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(1’29” / 349 Kb) – O Ministério Público da África do Sul indiciou por assassinato os mineiros presos durante a ação policial no dia 16 de agosto, que resultou na morte de pelos menos 34 trabalhadores e deixou 78 feridos. O confronto entre policias e grevistas na mina de platina da empresa Lonmin, na cidade de Marikana, ficou marcado pela violência dos policiais que efetuaram disparos de revólveres, fuzis e metralhadoras contra os manifestantes.

Na última quinta-feira (30), em uma sessão judicial, os promotores acusaram os próprios grevistas pela morte dos colegas. Os trabalhadores responderão processos por homicídio e tentativa de homicídio, como cúmplices do crime.

Para sindicatos e movimentos sociais do país, a medida pode ser um artifício usado pela promotoria para manter presos 270 manifestantes, que foram detidos durante a operação.

Em entrevista ao jornal norte-americano New York Times o porta-voz de uma federação sindical sul-africana, Patrick Cravez, disse que “os advogados têm de ser muito estúpidos se acham que essas denúncias podem ser aceitas. A noção de que estes mineiros são responsáveis pelas mortes de seus companheiros é um absurdo”.

Os mineiros em greve reivindicavam aumento dos salários e melhoria nas condições de trabalho. O episódio ficou marcado como o mais violento no país desde o fim do regime de segregação racial – apartheid –, extinto em 1994.

De São Paulo, da Radioagência NP, com informações do Opera Mundi, Daniele Silveira.

31/08/12