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Curitiba pode ser a próxima cidade brasileira a proibir o uso de amianto

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A Câmara Municipal da capital paranaense aprovou na última quarta-feira (07) o projeto de lei que proíbe a utilização do mineral. Caso aprovada, haverá um prazo de três anos para que a lei passe a vigorar.

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(1’53” / 443 Kb) - A Câmara Municipal de Curitiba (PR) aprovou na última quarta-feira (07) o projeto de lei que proíbe o uso de materiais que tenham em sua composição amianto. Caso aprovada, haverá um prazo de três anos para que a lei passe a vigorar.   

O amianto, que é uma fibra mineral utilizada em telhas, caixas d’água, entre outros produtos, provoca a morte de 107 mil trabalhadores por ano. Em decorrência da contaminação, que acontece pela via aérea, o mineral provoca doenças como a asbestose – conhecida como “pulmão de pedra”, em que o doente é levado à morte por asfixia – e o mesotelioma – um tumor maligno, agressivo e letal na maioria dos casos.

No mês de agosto, em entrevista a Radioagência NP, o ex-funcionário da Eternit do município de Osasco (SP), Eliezer João de Souza, relatou os problemas de saúde que ele teve devido aos 13 anos em que trabalhou em contato com o material. Souza passou por cirurgia para retirar nódulos da pleura - uma membrana que envolve o pulmão.

Como presidente da Associação Brasileira de Expostos ao Amianto, ele ainda defende o banimento do mineral do mercado.

“O trabalho hoje contra o amianto é um trabalho preventivo, porque geralmente quem já está contaminado, como no meu caso, eu não tenho mais volta, eu posso morrer amanhã ou depois com uma outra doença, mas o amianto vai comigo, está no meu corpo. Portanto, a luta é acabar com o amianto antes que ele acabe com a futura geração.”

O amianto é considerado cancerígeno pela organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1977. Atualmente, cinco estados brasileiros proíbem a utilização do amianto, mas a legislação federal permite o uso controlado de um tipo do mineral.

Para a lei ser aprovada na capital paranaense depende da sanção do prefeito Luciano Ducci (PSB).

De São Paulo, da Radioagência NP, Daniele Silveira.

08/11/12