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Pela primeira vez no PR, ruralista é julgado por assassinato de camponês

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Nesta terça-feira (27), Marcos Prochet, ex-presidente da UDR, é julgado pela acusação de ter matado o camponês Sebastião Camargo. O crime aconteceu em 1998, um período de grande violência no campo no estado paranaense.

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(1’17” / 300 Kb) - Pela primeira vez um ruralista é julgado pelo assassinato de um trabalhador rural no estado do Paraná. Nesta terça-feira (27) acontece o julgamento de Marcos Prochet, ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), acusado de ter matado o camponês Sebastião Camargo. O crime ocorreu durante um despejo ilegal na cidade de Marilena (PR), em 1998, no qual participaram cerca de 30 pistoleiros integrantes de uma milícia privada.

Além de Prochet, acusado de ter disparado contra o camponês, também estão no banco de réus Teissin Tina, proprietário da fazenda onde Camargo foi assassinado, Augusto Barbosa da Costa e Osnir Sanches, integrantes da milícia privada da UDR.

O crime aconteceu em um período de grande violência no campo no estado do Paraná. Entre 1994 e 2002, época do governo de Jaime Lerner, aconteceram 16 assassinatos de trabalhadores rurais, 31 tentativas de homicídio e 49 ameaças de morte. Além de 516 prisões arbitrárias, sete casos de tortura, 134 despejos e 325 pessoas vítimas de lesões corporais em conflitos por terra. Os dados são da Comissão Pastoral da Terra (CPT).

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

27/11/12

*Com informações da Terra de Direitos.