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FAO afirma que baixo crescimento da AL afeta redução da pobreza

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Região cresceu 3,1% em 2012, e a pobreza não caiu o suficiente comparado com anos anteriores. O número dos que vivem na pobreza extrema passou de 67 para 66 milhões de pessoas

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(1’39” / 389 Kb) - A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, FAO, afirmou que o menor crescimento da economia da América Latina e do Caribe, em 2012, afetou o ritmo da redução da pobreza na região.

Segundo relatório da FAO, a economia de toda a área avançou 3,1% no ano passado, quase a mesma do crescimento mundial que foi de 3,2%, segundo o Fundo Monetário Internacional.

Queda

Os dados mostram que a alta econômica serviu para reduzir em apenas um milhão, o número dos que vivem na pobreza extrema na América Latina e no Caribe, passando de 67 para 66 milhões de pessoas.

Se comparados a 2011, quando a economia da região teve um crescimento de 4,3%, a queda da pobreza e da indigência, na época, alcançou 8 milhões de pessoas.

Economia

O representante de políticas da FAO, Adoniram Sánches, afirmou que o resultado também é um mau sinal na luta contra a fome.

Ele explicou que nos biênios 2007-09 e 2010-12, o número de famintos caiu apenas 1 milhão, de 50 para 49 milhões. Já entre os anos 2004-06 e 2007-09, Sánchez disse que a queda foi bem maior, chegando a 4 milhões de pessoas que deixaram de passar fome.

Indigentes

O relatório mostrou ainda que se manteve inalterado o número de pessoas que vivem em condições de indigência na América Latina e no Caribe.

A justificativa, segundo a FAO, foi o aumento de quase 9% dos alimentos, que aconteceu tanto no ano passado como em 2011.

O representante da agência da ONU disse que essa inflação mais alta, em relação à comida, acaba prejudicando os mais pobres.

Nova York, da Rádio ONU, Edgard Júnior.

08/02/13