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Trabalho escravo é flagrado em confecção ligada às Lojas Americanas

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Foi constatado que bolivianos trabalhavam sem registro em carteira e cumpriam jornadas de até 12h diárias. Cada peça produzida era vendida por R$ 2,80 à HippyChick e depois repassada às Lojas Americanas.

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(1’28” / 345 Kb) - Uma fiscalização do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) flagrou cinco bolivianos em condições semelhantes a de escravo. O caso ocorreu em uma oficina de costura que fornecia roupas às Lojas Americanas. A relação entre a rede varejista e a confecção era através da empresa HippyChick Moda Infantil (com a etiqueta “Basic+Kids”), ambas funcionam em Americana (SP). A informação foi divulgada pelo MPT na última terça-feira (19).

Foi constatado que os bolivianos trabalhavam sem registro em carteira e cumpriam jornadas de até 12 horas diárias. Também foram encontrados indícios de aliciamento de mão de obra. O barracão onde funcionava a oficina tinha problemas de higiene e falta de segurança. O local foi interditado. Cada peça produzida era vendida por R$ 2,80 à HippyChick e depois repassada às Lojas Americanas.

Os bolivianos tiveram as carteiras de trabalho expedidas e receberem verbas salariais, o FGTS e uma indenização individual de R$ 5 mil. Os valores foram pagos pela HippyChick, conforme um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) do MPT.

A responsabilidade das Lojas Americanas no caso está sendo apurada. Segundo o procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, "o MPT busca sempre a responsabilização daqueles que estão à frente do empreendimento. Não é interessante identificar apenas os intermediários, mas toda a cadeia produtiva."

De São Paulo, para a Radioagência NP, Michele Amaral.

22/02/13