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Em seis anos, mais de 26 mil pessoas desapareceram no México

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O período do governo de Felipe Calderón (2006-2012) foi de grande violência relacionada ao narcotráfico. A ONG Human Rights Watch afirmou que 149 “desaparecimentos forçados” tiveram envolvimento do Estado.

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(1’30” / 353 Kb) - Entre dezembro de 2006 e novembro de 2012, mais de 26 mil pessoas desapareceram no México. A estimativa é do atual governo, de Enrique Peña Nieto, em relação ao mandato do presidente anterior, Felipe Calderón. Na lista constam mais de 20 mil investigações oficiais em andamento e 5.206 casos pendentes.

A secretária de direitos humanos do ministério do Interior, Lia Limon, divulgou os dados nesta semana. Ela disse que a lista é inicial, pois ainda serão sincronizadas informações nacionais e de órgãos locais para apurar quais desaparecimentos são “relacionados a crime, e quais são por motivo de imigração, mudança, desastres naturais, entre outros".

Ex-integrantes do governo anterior contestam os números, alegando que “apenas” 5 mil pessoas estariam desaparecidas.

A ONG Human Rights Watch afirmou, na última semana, que de 250 investigados, existem provas de que 149 “desaparecimentos forçados” ocorridos no governo Calderón tiveram envolvimento de membros de forças de segurança do Estado, ligados a carteis de drogas.

Outras estimativas apontam que 70 mil pessoas morreram no México nos últimos seis anos. O governo conservador de Felipe Calderón (2006-2012) foi marcado por uma ofensiva contra carteis do narcotráfico, com atuação de 50 mil militares e milhares de policiais federais.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

27/02/13