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Estudantes chilenos pedem estatização do cobre para garantir ensino público

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Em protestos, mais de 250 mil estudantes saíram às ruas de todo o país pelo direito à educação. Eles pedem a estatização das jazidas de cobre controladas por mineradoras privadas para financiar o ensino.

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(1’32” / 358 Kb) - Mais de 250 mil chilenos saem às ruas de todo o país no primeiro protesto do movimento estudantil deste ano. Somente na capital Santiago, cerca de 150 mil pessoas participaram das manifestações. O apoio de outros movimentos sociais e trabalhadores, em especial os mineiros, foi significativo nas marchas organizadas pela Confederação dos Estudantes do Chile (Confech).

A principal reivindicação é o direito a uma educação pública e gratuita de qualidade. No Chile, não há ensino universitário gratuito. Os alunos pagam mensalidades nas universidades públicas ou contraem dívidas em financiamentos. Protestos massivos com o mesmo tema tiveram seu auge no ano de 2011, quando reuniam 500 mil jovens nas manifestações.

A marcha estudantil ocorreu com tranquilidade até o ato final, em Santiago. Confrontos entre estudantes e policiais militares (carabineiros) aconteceram só depois de finalizada a marcha.

O apoio mútuo entre trabalhadores mineiros e estudantes ficou evidente com uma das pautas do protesto, a estatização das jazidas de cobre controladas por mineradoras privadas para financiar a gratuidade no ensino público. A mineração de cobre é responsável por mais de 50% do PIB do país, porém, somente 33% das minas são do Estado chileno.

Os trabalhadores em mineração realizaram uma greve, na última terça-feira (9), em que cerca de 45 mil mineiros paralisaram todas as jazidas da empresa estatal de cobre, Codelco, e algumas privadas.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

12/04/13

* Com informações de Victor Farinelli, de Santiago (Chile), pelo Opera Mundi