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Governo, oposição e sindicato espanhóis rechaçam reforma trabalhista da União Europeia

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O comissário europeu de Emprego, László Ándor, propôs que o país implemente o chamado “contrato único aberto”. A proposta facilitaria as demissões sem justa causa e tornaria mais precárias as relações trabalhistas.

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crisis(1’33 / 362 Kb) - A União Europeia pressiona a Espanha para implementação de uma reforma trabalhista que facilitaria as demissões sem justa causa. O comissário europeu de Emprego, o húngaro László Ándor, propôs esta semana que o país, um dos mais atingidos pela crise econômica, implemente o chamado “contrato único aberto”.

A proposta substituiria o resto das modalidades contratuais. Ela teria uma única indenização por demissão inicial igual aos contratos temporários de emprego. Na justificativa da União Europeia, o que ocorre hoje na Espanha é uma alta taxa de temporários, pois estes trabalhadores são mais desprotegidos em termos de direitos do que os demais.

Setores do governo, da oposição e sindicatos rechaçaram o“contrato único”. O presidente espanhol, Mariano Rajoy, disse já estar satisfeito com a reforma trabalhista realizada há pouco tempo no país e que não iria mudá-la "nem em uma nem em outra direção".

Para o porta-voz do opositor Izquierda Plural, Joan Coscubiela, o contrato único “seria dar um passo a mais na precarização das relações trabalhistas”.

Já o sindicalista da CC OO, Ignacio Fernández Toxo, avaliou que “seria um convite expresso às empresas para que optassem pela demissão de pessoas jovens, porque resultaria em menos custos. A demissão seria sem causa, além de quase totalmente gratuita”.

A Espanha tem taxa de desemprego de 27,16%, e entre os jovens o índice é 57,22%, mais de seis milhões de trabalhadores espanhóis estão parados.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

17/05/13

*Com informações do El País.

Foto: Neil Cummings / cc