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Protestos no Egito criticam “islamização” do Estado em meio à crise econômica

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A oposição deu nesta segunda-feira (1) um prazo de 24h para que o presidente Mohamed Mursi renuncie. As Forças Armadas do Egito emitiram um ultimato de 48h para acordo entre presidente e opositores.

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egypt(1’25” / 333 Kb) - No dia em que completou um ano no governo, o presidente do Egito Mohamed Mursi é alvo de manifestações nas ruas do país. Milhares de egípcios iniciaram os protestos no último domingo (30). Eles exigem a saída do novo dirigente, acusado de tentar "islamizar" o Estado através de nova Constituição e ser incapaz de relançar a economia atingida pela crise.

Mursi foi eleito após uma onda de protestos que resultou na queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011, e que ficou conhecida como parte da Primavera Árabe. Em confrontos entre opositores, defensores do regime e policias, o saldo é de ao menos 16 mortos e 781 feridos, segundo o Ministério da Saúde.

No protesto na Praça Tahrir, no Cairo, participaram cerca de 200 mil pessoas. O local foi símbolo da mobilização anterior e vem sendo considerado o palco para o que seria uma “segunda revolução” árabe.

O Egito, país com 80 milhões de habitantes, ainda sofre as consequências da crise econômica, marcada pela inflação alta, desemprego crescente e desvalorização da moeda nacional.

Os atuais protestos foram convocados pelo movimento opositor Tamarrod (que significa “rebelião” em árabe). Nesta segunda-feira (1), o grupo lançou um ultimato pedindo a renúncia do presidente.

O novo presidente é membro da Irmandade Muçulmana, um movimento islâmico conservador, que teve suas sedes destruídas pelos manifestantes em várias cidades.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

01/07/13

*Com informações de agências de notícias internacionais

Foto: BBC