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Cerca de 30 milhões correm o risco de sofrer mutilação genital feminina

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Procedimento é considerado uma violação aos direitos humanos desde 1993, mas persiste em diversos países. Os riscos par saúde incluem hemorragia, problemas para urinar, infecção e infertilidade

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mutilacao(1’24” / 330 Kb) - Na próxima década, mais de 30 milhões de meninas poderão sofrer mutilação genital feminina. O alerta da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) foi feito no início da semana. A entidade revelou que mais de 125 milhões de meninas e mulheres vivas ainda hoje foram submetidas ao procedimento.

A tradição envolve a remoção de parte ou de toda a genitália externa feminina. A Unicef destaca que a aceitação social é a razão mais citada para a continuação da prática.

Realizada como um ritual, a mutilação faz parte de crenças religiosas, que incluem cristãos, muçulmanos e seguidores de religiões africanas tradicionais. Acredita-se que o método assegura a virgindade e aumenta as chances de casamento de uma mulher.  

O procedimento é considerado uma violação aos direitos humanos desde 1993, mas persiste em diversos países da Ásia, África e Oriente Médio. As taxas mais altas foram identificadas na Somália, onde 98% das jovens e mulheres entre 15 e 49 anos sofreram mutilação.

No ano passado, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adotou uma resolução para intensificar o combate à mutilação genital. Os riscos para saúde incluem hemorragia, problemas para urinar, infecção e infertilidade.

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

24/07/13

Foto: AP