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Ato relembra 18 anos do massacre de Corumbiara, que deixou doze mortos

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Ainda hoje, mais de 200 camponeses convivem com sequelas de torturas e maus tratos. Ato foi encerrado com uma manifestação pelas ruas de Porto Velho, em denúncia à criminalização da luta pela terra

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corumbiara-reproducao(1’18” / 307 Kb) - Na quinta-feira (8), um ato público no auditório da Universidade Federal de Rondônia (Unir/Centro) para relembrou os 18 anos do massacre de Corumbiara, ocorrido em 9 de agosto de 1995, na fazenda Santa Elina (RO). À época, doze camponeses foram assassinados, entre eles uma criança de apenas sete anos. Até hoje, ninguém foi punido.

Naquela madrugada, descumprindo o acordo que previa a desocupação da área, a Polícia Militar, o Comando de Operações Especiais (COE) e os pistoleiros iniciaram uma operação de cerco e extermínio. As famílias resistiram com espingardas, foices e facões.

Ainda hoje, mais de 200 camponeses convivem com sequelas de torturas e maus tratos. Após quase duas décadas, nenhuma família recebeu indenização do Estado.

O ato foi encerrado com uma manifestação pelas ruas de Porto Velho, em denúncia à criminalização da luta pela terra por parte do governo federal, da Ouvidoria Agrária Nacional e do governo do estado.

Outras denúncias referem-se à falta de indenização para as vítimas do conflito de Corumbiara. Já o Incra é acusado de inoperância na regularização de milhares de posses de camponeses em Rondônia.

De São Paulo, para a Radioagência NP, José Francisco Neto.

09/08/13

Foto: Reprodução