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Após dia de violência, Irmandade Muçulmana convoca novos protestos no Egito

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Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 525 pessoas morreram e mais de 3 mil ficaram feridas. Irmandade Muçulmana considera que foi vítima de um golpe de Estado e se recusa a aceitar as exigências do governo interino

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(1’29” / 350 Kb) - A Irmandade Muçulmana convocou nesta quinta-feira (15) novos protestos contra o governo interino do Egito, um dia após o massacre durante a retirada de dois acampamentos da entidade no Cairo. Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 525 pessoas morreram e outras 3.717 ficaram feridas, mas o número de vítimas não para de aumentar.

Os cristãos foram os principais alvos da ira dos islamitas no interior do Egito, onde pelo menos quatro igrejas coptas foram atacadas. Em encontro com o papa copta, Tawadros 2º, o primeiro-ministro Hazem al Beblawi condenou a destruição dos templos.

Segundo a BBC, a noite passada foi mais calma nas ruas do Cairo, enquanto a Reuters noticiou que o trânsito começou a circular normalmente pela manhã. Na ofensiva de ontem, houve confrontos violentos em diversas partes do Egito, em especial na capital, onde foram desalojadas as duas ocupações feitas pelos islamitas desde 3 de julho, quando o presidente Mohamed Mursi foi deposto após uma ação militar.

A Irmandade Muçulmana considera que foi vítima de um golpe de Estado e se recusa a aceitar as exigências do governo interino, que é comandado por Adly Mansour e apoiado pelos militares. Desde a deposição, Mursi é mantido em uma instalação militar desconhecida, sem poder se comunicar com aliados e familiares.

De São Paulo, do Opera Mundi para a Radioagência NP.

15/08/13

Locução: Jorge Américo