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Governo do Egito autoriza exército a disparar armas letais sobre manifestantes

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Forças Armadas poderão atirar com armas de fogo contra os manifestantes contrários à deposição do presidente Mohamed Mursi. Governo anunciou, no dia 14, que o país passará um mês sob estado de emergência

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(1’24” / 327 Kb) - O governo do Egito anunciou nesta quinta-feira (15) que deu instruções às forças de segurança do país para que seja utilizada munição real para enfrentar qualquer ataque contra as instituições públicas e os soldados da ordem. Com a medida, as Forças Armadas poderão atirar com armas de fogo contra os manifestantes contrários à deposição do presidente Mohamed Mursi.

O Conselho de Ministros egípcio emitiu um comunicado após uma reunião, no qual manifestou sua decisão de "enfrentar os atos terroristas e de sabotagem realizados pela Irmandade Muçulmana com toda a força".

A Irmandade Muçulmana chamou novos protestos contra o governo interino do Egito, um dia após o massacre durante a retirada de dois acampamentos da entidade no Cairo. Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 638 pessoas morreram e mais de 4.200 ficaram feridas.

Por conta da situação, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu às pressas em Nova York para tratar da crise política que assola o Egito.

O governo anunciou, no dia 14, que o país passará um mês sob estado de emergência. Segundo comunicado, pronunciado na TV estatal, a decisão foi adotada devido ao "perigo" que ameaça "a segurança e a ordem nos territórios do país".

De São Paulo, Opera Mundi para a Radioagência NP.

16/08/13

Locução: Jorge Américo