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Justiça se nega a reconhecer morte de servente de pedreiro desaparecido

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Morador da Rocinha foi visto a última vez quando era levado por policiais à sede da UPP da comunidade. O advogado que representa a família de Amarildo de Souza questiona a decisão e avisa que vai recorrer.

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amarildo-foto-ABr(1’20” / 319 Kb) - A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de reconhecimento de morte presumida feito pela família do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. Desaparecido desde o dia 14 de julho, o morador da Rocinha foi visto a última vez quando era levado por policiais à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.

O juiz Luiz Henrique Oliveira Marques, da 5ª Circunscrição do Registro Civil das Pessoas Naturais, considerou que “o desaparecimento teria ocorrido quando Amarildo se encontrava em poder de agentes do Estado, o que, por si só, não geraria perigo de vida. Não foi noticiado qualquer confronto armado, perigo real que justifique a declaração de morte presumida dele”.

O advogado João Tancredo, que representa a família de Amarildo, questiona a decisão e avisa que vai recorrer. “A gente presume que ele sumiu na mão do Estado. Com outras provas e também em razão do tempo já decorrido, é certo que Amarildo não apareça.”

O soldado Douglas Roberto Vital Machado, que levou Amarildo à sede da UPP da Rocinha para averiguações no dia do seu desaparecimento, já havia sido denunciado por agressão e ameaças por moradores da comunidade.

A investigação do caso é feita pela Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, unidade da Polícia Civil responsável por investigar apenas casos de assassinato no estado.

De São Paulo, da Radioagência NP, Daniele Silveira.

21/08/13

Foto: Reprodução/Agência Brasil