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Mortes seguidas de jovens na periferia tornam desmilitarização mais urgente

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Um dos garotos foi morto por tiro dito “acidental”. O outro foi executado depois de suposto assalto. Movimento negro pressiona Congresso pela aprovação do PL que acaba com os “autos de resistência”.

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contra-ogenocidio-populacao-negra-foto-comite-contra-o-genocidio(4’28” / 1.02 Mb) – A morte de dois jovens decorrente de ações policiais na zona norte da cidade São Paulo, no intervalo de dois dias, reforça os argumentos de organizações sociais que defendem a desmilitarização da polícia. Segundo os boletins de ocorrência, um dos garotos foi morto por um tiro dito “acidental”. O outro rapaz foi executado depois de um suposto assalto.

O integrante do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica Miguel Ângelo afirma que a violência do Estado que esta semana estampa os noticiários já não impressiona àqueles que são da periferia.   

“A gente fica indignado sempre que a gente vê esse tipo de situação, mas quando estava escrito lá que o policial reagiu a um assalto dando um tiro na cabeça do menino e dois no abdômen que foi o que aconteceu com o Jean, a gente não ficou surpreso porque a polícia nunca atira para render. Ela sempre atira para matar. Isso é registro de vários policiais incluindo o do vereador Conte Lopes, que quando era deputado, fez esse tipo de afirmação: ‘se o bandido atirar em mim, eu atiro duas vezes no abdômen e uma na cabeça’.

A morte do jovem Douglas Rodrigues, de 17 anos, na Vila Medeiros, zona norte da capital paulista, no último domingo (27), deixou uma pergunta no ar. Em declarações à imprensa, a mãe do menino, Rossana de Souza, relatou que o adolescente antes de morrer fez um questionamento ao Policial Militar que o baleou.

“Ele ainda perguntou: ‘Senhor, por que o senhor atirou em mim?’ Nem ele sabe porque ele levou um tiro.”

Na interpretação dos movimentos sociais, a pergunta de Douglas parece não ter sido feito diretamente ao autor do disparo, mas ao Estado e suas corporações. Nos últimos anos, organizações do movimento social e negro realizaram seguidas mobilizações para denunciar o que chamam de genocídio da juventude negra.

Miguel destaca que o pai do adolescente em uma audiência pública ocorrida na terça-feira (29) fez um relato de como a violência atinge as periferias.

“O pai dele frisou muito isso. ‘Porque o senhor fez isso?’ Foi o que o filho dele questionou. A colocação do pai do Douglas veio na sequência de uma afirmação. ‘Ele atirou no meu filho porque ele é da periferia, meu filho é de cor, e meu filho por ter determinado perfil, ser de uma determinada classe e ser de um determinado  grupo social ele foi baleado’, e ia ficar por aquilo mesmo.”

O disparo que matou Douglas foi feito pelo soldado Luciano Pinheiro, de 31 anos, que alegou ter sido acidental. Ele foi preso administrativamente, enquanto o caso é investigado sob suspeita de homicídio culposo (quando não há intenção de matar). A morte do adolescente revoltou os moradores e desencadeou uma série de protestos na região.

Na terça-feira (29), mais um jovem, Jean, de 16 anos, foi morto por uma ação da polícia, que ocorreu no Parque Novo Mundo, zona Norte de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, o adolescente teria tentado assaltar um oficial, que revidou com três tiros, um na cabeça, e dois no abdômen.

Os moradores da região contestam a versão da PM, e negam o envolvimento do jovem com crimes. A situação gerou indignação e novos protestos.

Para Miguel as denúncias e depoimentos já deixaram claros os métodos repressivos utilizados cotidianamente nas ações policiais. Para ele, a ação letal dos agentes do Estado é sistemática.

“E os relatos dos Crimes de Maio que estão no documento ‘São Paulo sob achaque’ mostram que varias das execuções aconteceram exatamente com essa característica. Parece que é uma cultura, parece que eles têm um treinamento. Eles são treinados para fazer isso.”   

Nos chamados de “Crimes de Maio de 2006” forças de segurança executaram mais de 500 pessoas no intervalo de oito dias (12 a 20 de maio). As ações, amplamente questionadas, ocorreram após atentados a viaturas, bancos, delegacias e órgãos públicos promovidos pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).  

O movimento social e negro pressiona o Congresso Nacional pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 4471/12, que acaba com os “autos de resistência” e torna obrigatória a investigação dos casos em que há suposto confronto com policiais.

De São Paulo, da Radioagência NP, Daniele Silveira.

01/11/13

Foto: Reprodução/Comitê contra o Genocídio da Juventude Negra e Periférica

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