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Movimento negro “endurece” para evitar apartheid nos shoppings

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Denominado “Rolé contra o Racismo”, ato político convocado pela UNEafro-Brasil reuniu cerca de 400 pessoas na entrada do shopping JK Iguatemi. O centro comercial, considerado de luxo, fechou as portas e suspendeu o funcionamento, às 14 horas.

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(4’52” / 1.11 Mb) - Era para ser mais um dia normal de trabalho para Gilson Mesquita Nunes, de 24 anos. Mas a tarde de 11 de janeiro de 2014 vai ficar marcada como um dia de constrangimento e preconceito. Morador do Jardim Miriam, periferia da zona sul de São Paulo, Gilson é funcionário em um restaurante no Shopping JK Iguatemi, na Vila Olímpia.

“Eu sofri ato de racismo aqui dentro. Eu sofri abuso, sofri dano nos direitos morais aqui porque queira ou não ele me expôs na frente da burguesia inteira por completo”.

Ao ser barrado pelo segurança no próprio local de trabalho, Gilson teria sido caracterizado como participante de um dos grupos de jovens que organizam os chamados “rolezinhos”. O shopping JK Iguatemi, na Zona Sul de São Paulo, foi um dos seis estabelecimentos que conseguiram liminar na justiça paulista para impedir o encontro de jovens para esse tipo de evento. Foi estabelecida uma multa de R$ 10 mil para quem descumprisse a decisão.

Essa postura foi um estopim que levou o movimento negro a organizar uma mobilização para derrubar aquilo que é considerado um “apartheid”, na medida em que tenta selecionar quem pode ou não frequentar determinados  espaços. O apartheid estabelecia direitos diferenciados para negros e brancos e vigorou entre 1948 e 1993 na África do Sul.

“Rolé contra o Racismo”

Denominado “Rolé contra o Racismo”, o ato político convocado pela União de Núcleos de Educação Popular para Negros e Classe Trabalhadora (UNEafro-Brasil) reuniu cerca de 400 pessoas na entrada do shopping JK Iguatemi. O centro comercial, considerado de luxo, fechou as portas e suspendeu o funcionamento, às 14 horas.

Para Douglas Belchior, integrante da Uneafro, isso só serviu para demonstrar a “postura racista muito comum” nesse tipo de estabelecimento. Ele acredita que a liminar concedida ao shopping endossa a prática de outros tipos de violência.

“A polícia seleciona quem ela bate, quem ela prende, quem ela mata. A universidade seleciona quem pode entrar e quem não pode. E agora o shopping faz a mesma coisa com o mesmo grupo social, étnico e cultural. Então isso configura, sem dúvida nenhuma, e sem máscara, que o Brasil é um país racista, preconceituoso e discriminatório.”

Curtindo a vida

Fenômeno recente, o rolezinho é um movimento que reúne jovens da periferia. Além da pouca idade, eles têm em comum o gosto por marcas globais de roupas, tênis, acessórios e até mesmo bebidas alcoólicas. São, na maioria, adolescentes de 15 a 18 anos que descobriram uma forma de tornar real as amizades estabelecidas por meio das redes sociais na internet, marcando encontros nos shoppings.

Um dos articuladores dos encontros, Vinícius Andrade, jovem de 17 anos, declara que os passeios nos shoppings reúnem “um grupo de jovens querendo sorrir”.

“Então, o pessoal está tendo uma visão muito ruim para o rolezinho. Quando vê o rolezinho, o pessoal está com a visão de ‘Ah, são favelados querendo bagunçar no shopping, fazer arrastão’. Só que não é isso. Eu queria mostrar para eles um outro ponto de vista do rolezinho. É o ponto de nós irmos lá, curtir, tirar foto, falar com o pessoal.”

Criminalização

A onda dos chamados “rolezinhos” ganhou destaque, em especial, no dia 7 de dezembro de 2013, quando um encontro no Shopping Metrô Itaquera, zona leste de São Paulo, reuniu cerca de 6 mil jovens. A situação causou desconforto nos usuários e temor por parte da direção do centro comercial. A polícia foi acionada e o shopping fechou duas horas mais cedo.

No dia 11 de janeiro, no mesmo shopping, um policial militar foi flagrado agredindo com um cassetete jovens que participavam do rolezinho. Na ação, os PM’s usaram ainda balas de borracha e gás lacrimogêneo.

Os rolezinhos organizados por jovens nos shoppings ocorrem no embalo do funk. Assim como ocorreu com o samba no passado e com o rap mais recentemente, o ritmo musical sofre um processo de criminalização.

A historiadora Sara Santos mora na zona leste da capital paulista, onde o funk é bastante popular. Ela ressalta a importância de o movimento negro se posicionar em defesa dos “funkeiros” e denunciar a repressão sofrida por eles.

“O funk hoje é o ritmo que está ligado diretamente às periferias, que é onde se concentra a maioria dos jovens negros. Quando você criminaliza um ritmo da periferia automaticamente você acaba atingindo jovens que são pobres periféricos, principalmente, negros a maioria.”

De São Paulo, da Radioagência NP, Leonardo Ferreira.

21/01/14

Fotos: Reprodução

Comentários

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