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Rafael Correa afirma que “não haverá perdão nem esquecimento”

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(2'00'' / 485 Kb) -“É um dia triste do meu governo. Não haverá perdão nem esquecimento.” Essas foram algumas das palavras pronunciadas pelo presidente do Equador Rafael Correa, em um discurso realizado na Praça da Independência, na cidade de Quito, capital do país. O presidente classificou como tentativa de golpe de Estado contra a presidência equatoriana a rebelião de policiais da Polícia Nacional do Equador contra as mudanças na lei dos serviços públicos. Correa também afirmou que os manifestantes estavam sendo usados como massa de manobra para o golpe.

Na tarde desta quinta-feira (30), quando foi a um quartel falar com policiais que protestavam, Correa foi agredido e preso. Após o episódio, foi levado ao hospital policial, onde permaneceu por dez horas até ser resgatado pelas Forças Armadas de seu país. Ele afirmou que, na verdade, foi sequestrado e temia pela própria vida.

Para o integrante da Via Campesina do Equador, Freddy Congo, não há dúvidas que houve uma tentativa de golpe.  

“No fundo isto é uma ação da direita oligárquica de tomar o poder por meio de um golpe de estado. Estavam usando a Polícia no momento para isso. Mas aqui o povo já está se levantando, se organizando. Não vamos permitir que aconteça aqui, o que aconteceu em Honduras.” 

Durante a rebelião, policiais fecharam o aeroporto Mariscal Sucre na capital e bloquearam estradas.

Em reunião nessa sexta-feira (01), a União de Nações Sul-americanas (Unasul), formada por 12 países, entre eles o Brasil, expressou uma “enérgica condenação” contra a tentativa de golpe. Também definiu que os chanceleres da região partam para Quito imediatamente. A Unasul ainda afirmou que no caso de novas rupturas da ordem constitucional serão adotadas medidas imediatas como fechamento de fronteiras, suspensão do tráfego aéreo, do comércio, do fornecimento de energia e de serviços.

De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.

01/10/10