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Movimentos sociais criticam celebração dos 200 anos de Independência do Paraguai

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(1’19” / 310 Kb) – O Paraguai vai celebrar neste sábado (14) o Bicentenário de Independência. Na capital do país, Assunção, estão programados desfiles de carnaval e militares, missa na Catedral Metropolitana e cerimônia oficial na Casa da Independência. Diversos chefes de Estado confirmaram presença, entre eles a presidente do Brasil, Dilma Roussef, e a mandatária da Argentina, Cristina Fernández.

Através de comunicado, a Coordenação Nacional das Organizações de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Indígenas (Conamuri) criticou as comemorações oficiais promovidas pelo governo. Para elas, os festejos buscam despertar “emoções superficiais e imediatas, carentes do acento patriótico que deveriam ter”.

Outros movimentos sociais também assumiram um tom crítico acerca das festividades. Em um encontro para debater o Bicentenário na última quarta-feira (11) – promovido pela Secretaria de Ação Social –, foi afirmado que a independência não significou a soberania e autodeterminação do Paraguai. Foram dados exemplos de como o agronegócio exclui e oprime os camponeses e índios guarani. Aproximadamente 300 pessoas de 99 organizações do campo, sindicais, étnicas, entre outras, participaram da reunião.

De São Paulo, da Radioagência NP, com informações da agência Prensa Latina, Vivian Fernandes.

12/05/11