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No Chile, estudantes criticam repasse de verbas e pedem gratuidade no ensino

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(1’24” / 330 Kb)  – O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou a liberação de US$ 4 bilhões – aproximadamente R$ 6,2 bilhões – para a educação. Federações de estudantes e sindicatos de professores criticaram o comunicado. Eles consideram as propostas insuficientes para resolver os problemas do setor no país.

Logo após a declaração, centenas de jovens protestaram próximos ao Ministério da Educação, quando foram reprimidos pela Polícia com jatos de água. Com o anúncio, o governo pretendia acabar com os protestos.

Os recursos divulgados irão para o Fundo de Educação, que pretende auxiliar estudantes de acordo com o mérito e o nível socioeconômico. O incentivo à formação de professores também está nos planos do governo.

Entidades estudantis e de professores declararam que irão analisar a proposta, mas que não vão parar com as mobilizações pela gratuidade do ensino. No Chile, os alunos pagam mensalidades nas universidades públicas ou contraem dívidas em financiamento. O lucro das universidades particulares também é criticado pelos manifestantes.

Em pesquisa divulgada na terça-feira (5), 81,9% dos chilenos apóiam as principais demandas dos estudantes. Enquanto outra pesquisa aponta que o nível de rejeição ao presidente é de 53%. Os protestos por reformas no ensino chileno levaram quase 500 mil pessoas às ruas na última semana.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.

06/07/11