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  • Cesar Sanson

    Clique aqui para ouvir(5'43'' / 1,31 Mb) - No começo do estouro da crise financeira nos Estados Unidos, o governo brasileiro fez um discurso otimista no sentido de que o Brasil não seria afetado pela crise porque hoje o país se encontraria em situação melhor. Um pouco como se o Brasil fosse uma ilha em um contexto de economia globalizada. Sobre a crise dizia Lula: “Lá, ela é um tsunami; aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem para esquiar”. 

  • Roberta Traspadini

    Clique aqui para ouvir - “O direito de criticar, e o dever de, ao criticar, não faltar à verdade para apoiar nossa crítica é um imperativo ético da mais alta importância no processo de aprendizagem de nossa democracia”. É com esta frase que Paulo Freire inicia seu texto sobre o direito de criticar e o dever de não mentir ao criticar.

  • Ariovaldo Umbelino

    Clique aqui para ouvir(7'51'' / 1,79 Mb) - A Amazônia e a reforma agrária estão novamente nas manchetes da mídia impressa, falada e televisada, pois, novamente o desmatamento aumentou no último mês de agosto atingindo 75.600 hectares contra apenas 32.300 hectares no mês de julho. Com a divulgação do fato, o ministro do Meio Ambiente apresentou a lista com os 100 maiores desmatadores da Amazônia Legal, entre 2005 e 2008. Para surpresa geral e sorrisos rasgados do agronegócio, assentamentos do Incra ocupam os seis primeiros lugares.

  • Cesar Sanson

    Clique aqui para ouvir(6'06'' / 1,39 Mb) - Em novembro de 2007 o governo anunciou a descoberta de uma mega-jazida de petróleo na Bacia de Santos batizada de Tupi. Posteriormente, se anunciou que as reservas se estendem do Espírito Santo a Santa Catarina numa extensão aproximada de 800 quilômetros cobrindo uma área de 160 mil km2.

  • Ariovaldo Umbelino

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    (8'42'' / 1,90 Mb) - A MP 422 assinada por Lula e Cassel em 25 de março tornou-se a Lei Nº 11.763 de 1º de agosto de 2008, depois de sua publicação no Diário Oficial da União no último dia quatro de agosto.

  • Roberta Traspadini

    Clique aqui para ouvir(7'06'' / 1,62 Mb) - O Mercado comum do sul, Mercosul, cujas atividades de relações comerciais efetivadas para diminuição de tarifas e livre acesso de bens, serviços e mão-de-obra, começou na década de 80 (Brasil-Argentina), se aperfeiçoou em 90 (Brasil-Argentina-Paraguai-Uruguai) e culminou no século XXI em uma escalada gigantesca rumo às políticas neoliberais no continente (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Venezuela).

    Essa é a histórica realidade da integração latino-americana. Uma história de integrar para extorquir, que foi consolidada pelo poder do capital – latino e internacional - em franca e aberta opressão e superexploração do trabalho.

    Curioso notar que o mercosul nasce em pleno período de democratização no continente, logo ao final das ditaduras militares da maior parte de nossos países. O que implica dizer que a democratização referida pelos povos não tem relação direta com a protagonizada pelo capital e pelos Estados Nações. O fim da ditadura militar, com a entrada em cena do novo projeto neoliberal do capital, reitera a permanente ditadura do mercado no nosso continente. Uma ditadura que mantém encarcerados milhares de sujeitos latino-americanos.

    Essa dinâmica de integrar para o roubo está centrada em uma perspectiva geopolítica de dominação interna, executada pelo capital externo. O objetivo é a consolidação de um espaço acessível para livre trânsito de mercadorias. Para isto, necessita promover acordos comerciais, protocolados pelos Estados Nacionais em suas alianças com o grande capital.

    Estes acordos são a nova cartilha política da livre fronteira. Eles viabilizam uma maior lucratividade do capital que atua globalmente, mas que consolida seus lucros em territórios férteis, tanto em termos de trabalho, quanto de recursos naturais, energéticos.

    Quebra de contratos público-estatais, democratização do acesso ao consumo para os que podem consumir, fim das garantias trabalhistas, facilidade de crédito-financiamento para as reestruturações produtivas protagonizadas pelo grande capital – latino e internacional, são alguns dos elementos constitutivos dessa atualizada política de acumulação no continente.

    A integração latino-americana do sul é um retrato do que significa o capitalismo do século XXI, em que o mapa mundi é reconfigurado a partir do poder global do capital sem pátria. Este capital dita as regras e manipula o jogo do tabuleiro econômico a partir de estratégias políticas consolidadas desde o Estado Nação. A parceria público-privada é a nova faceta do moderno Estado de direito para ressignificar ações e projeções, cujo elemento democrático segue sendo o de livre acesso da produção de bens-serviços.

    Ao analisarmos a situação dos países de industrialização tardia e de ingresso no novo modelo neoliberal com perspectivas mais avançadas do capitalismo selvagem – produtivo e financeiro – , verificamos a política de integração do capital e de reestruturação do trabalho, a partir de uma nova matriz: a supremacia da empregabilidade no setor serviços.

    Empregabilidade que tem como novos conceitos-práticas: o empreendedorismo; a autonomia; o homem que se auto-serve e que auto-atende. O self service do mundo do trabalho, cuja responsabilidade pelo êxito, ou fracasso, recai nas costas do próprio sujeito. América do Sul, parte constitutiva da América Latina, com a integração dos mercados, reitera a dispersão, exclusão e exploração de grande parte de sua gente. Com uma média de taxa de desemprego de 9%, e de indigência-pobreza que extrapola a casa dos 25%, os países, supostamente mais ricos, no que diz respeito à industrialização, reiteram a condição desumana que vive grande parte de nossos povos.

    Essa condição formal, do self service dos seres latinos, na era global da integração dos mercados, evidencia a problemática situação tanto do campo, quanto da cidade em nossos países.

    Os sujeitos que não conseguem criar-vender algo “inovador”, formalmente integrado na cadeia mercadológica liberada pelos governos, amplia as fileiras dos indigentes-pobres do continente. E, aquele que, ao tentar sobreviver, entra na informalidade e constitui seu ganha pão nas ruas (vendendo comidas, roupas, discos, etc.), recebe ultimatos dos governos para saírem das vias públicas. O urbano se transforma, assim, nas vias de rápido acesso para a produção e o consumo. E os trabalhadores informais, na perspectiva dos governos integradores do mercado, viram os criminosos do século XXI.

    No campo, a situação não é diferente. Aquele que não se integra temporariamente às condições de exploração e opressão do grande capital do agronegócio, ou opta por sobreviver nessa ante-vida brutal; ou opta por vir para as cidades e lutar, junto aos demais sujeitos da periferia, por um lugar ao sol, inicialmente fora das cadeias produtivas, mantidas e ampliadas pelos dois grandes parceiros do negocio no século XXI: o Estado “Nação” e o grande capital – nacional e internacional.

    Com uma população total de mais de 400 milhões de latinos e uma população economicamente ativa a cima de 190 milhões, esses países têm seus homens e mulheres distribuídos em setores produtivos que integram a lógica geral de funcionamento do capital. Entre a população economicamente ativa do sul, e a realmente ocupada, há uma distância que, em números, e em realidade, representa os que estão fora do sistema formal de produção. Mas nem por isso deixam de estar dentro do sistema formal de consumo e de deveres obrigatórios instituídos pelo Estado de direito. Ou seja, mesmo não tendo trabalho formal, têm despesas-custos formais e contribui, com isso, na lógica de arrecadação interna dos Estados Nações.

    Esse retrato latino, desde o sul, reitera o compromisso dos nossos povos na luta anti-imperialista e anti-capitalista protagonizada em nosso continente, pelos principais governos latinos, subservientes à lógica do mando do norte sobre o sul.

    O paradoxo continua o mesmo: América latina para os latinos ou para os forâneos e as elites latinas. Se, por um lado, os socialistas defenderam e defendem uma integração latina, onde os povos e os Estados sejam autônomos e soberanos, por outro lado, a integração dos mercados, protagonizada pelas grandes corporações, evidencia a fragilidade de uma América Latina para os latinos.

    Em 70, os socialistas acreditavam que a vanguarda faria a diferença no continente. Em pleno século XXI, ainda que essa vanguarda tenha um papel a executar na histórica luta de classes dos movimentos latinos, cabe aos movimentos sociais, a partir da consolidação de instrumentos políticos de classe em aliança com demais trabalhadores do campo e da cidade, protagonizar, revolucionar a ordem vigente.

    (*) Economista, educadora popular e integrante da Consulta Popular/ES.

    OBS. O áudio da matéria encontra-se resumido não constando algumas informações publicadas no texto.

    Versão em espanhol

    03/06/08

  • Cesar Sanson

    Clique aqui para ouvir(5'06'' / 1,16 Mb) - O corpo de três jovens encontrados no lixão de Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) encaminhava-se para ser mais uma dessas notícias cotidianas sobre a violência nas grandes metrópoles. Notícia à qual a sociedade dá pouca importância em função da freqüência com que ocorre. A maioria absoluta da sociedade considera que isso é coisa dos morros das favelas do Rio e não lhe diz respeito.

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    Cesar Sanson

    (5'20'' / 1,22 Mb) - A demissão da ministra Marina Silva é uma derrota para o Brasil. É uma derrota do conceito da 'transversalidade'. O conceito de 'transversalidade' proposto pela ministra, quando assumiu a pasta, sugeria que a temática ambiental estivesse no cerne de todas as decisões do país e permeasse todas as deliberações políticas.

  • Roberta Traspadini

    Clique aqui para ouvir(6'58'' / 1,59Mb) - Em 1970, o uruguaio Eduardo Galeano, terminava de escrever um dos mais deliciosos e profundos livros sobre nosso continente: As veias abertas da América Latina.

  • Cesar Sanson

    Clique aqui para ouvir(4'37'' / 1,05 Mb) - "Ninguém segura este país". O bordão exaustivamente utilizado pelos militares, foi repetido por Lula ao manifestar o seu grande contentamento com a notícia de que a agência de classificação de risco Standard & Poors (S&P), considerada a mais importante do mercado financeiro, promoveu o Brasil ao chamado grau de investimento - investment grade.