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  • Guilherme Delgado

    Clique aqui para ouvir(5´52´´/ 1,34 Mb) - Dois fantasmas rondam neste início de ano as especulações conjunturais a respeito das pressões inflacionárias ou dos obstáculos ao crescimento econômico para 2008:

    1 - A provável escassez de energia elétrica, decorrente da má temporada de chuvas em todas as principais regiões geradoras de energia, combinada com a persistente elevação dos preços externos do petróleo;

  • Cesar Sanson

    Clique aqui para ouvir(4'49'' / 1,14 Mb) - O frei e bispo Dom Luís Cappio encerrou a greve de fome depois de 24 dias. Mas desde as barrancas e das águas do São Francisco, o gesto de frei Luís se tornou um divisor de águas na sociedade brasileira. O bispo franciscano dividiu a Igreja, os movimentos, os partidos, os intelectuais e a militância.

  • Guilherme Delgado

    Clique  aqui para ouvir(5´45´´/ 1,31 Mb) - O gesto da “greve de fome” em 2005 de Dom Luiz Cappio contra o Projeto de transposição de águas do Rio São Francisco provocou na ocasião reações parecidas e outras bem diversas das atuais. Antes, como agora, foram articuladas ações nas cúpulas do governo federal e da Nunciatura Apostólica (Vaticano) para isolar, enquadrar e demovê-lo do gesto. Agora prosseguem, em uma nova conjuntura, reações semelhantes.Convém explicita-las, antes mesmo de falar diretamente sobre o gesto de Dom Luiz.

  • Ariovaldo Umbelino

    Clique aqui para ouvir(6'44'' / 1,54 Mb) - Volto a insistir neste artigo que a reforma agrária na Amazônia está sendo usada criminosamente para transferir milhões de hectares de terras públicas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para os grileiros do agrobanditismo da madeira, pecuária, soja, etc. O Ministério Público Federal (MPF) vem tentando por meio da Justiça Federal do Pará dar um basta nestas ações que estão sendo desenvolvidas em todos os estados da região.

  • Anônimo

    Ariovaldo Umbelino de Oliveira
    Clique aqui para ouvir(7'07'' / 1,63 Mb)
    No último artigo informei a todos que a reforma agrária do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (MDA/INCRA) está sendo usada criminosamente no estado do Pará (PA) e em toda a Amazônia. A reforma agrária transforma-se assim, em uma política do governo Lula para beneficiar os grileiros de terras públicas daquela região: os madeireiros e os pecuaristas.

  • Cesar Sanson

    Cesar Sanson*
    Clique aqui para ouvir(4'49'' / 1,10 Mb)


    Lula, egresso das lutas sociais deu as costas para o movimento social. A Reforma Agrária, depositária de toda uma simbologia histórica da luta social brasileira encontra-se travada. Os últimos conflitos no campo revelam a distância e a indiferença do governo para com o movimento social. A marcha do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul e o caso Syngenta no Paraná, para ficar em dois exemplos, demonstram a desfaçatez para com essa agenda social histórica. Hoje, Lula está muito mais acercado e submetido à agenda dos ruralistas do que a agenda MST.

  • Cesar Sanson

    Cesar Sanson*
    Clique aqui para ouvir (5'46'' / 1,32 Mb)


    "Espetacular Dilma"! Foi a reação do presidente Lula ao ser informado pela ministra Dilma Roussef do resultado do leilão de sete lotes de rodovias federais. O telefonema da ministra dava conta do desfecho de um processo - o da privatização das rodovias federais - iniciado dez anos atrás, ainda no governo Fernando Henrique.

  • Guilherme Delgado

    Clique aqui para ouvirGuilherme Delgado*
    (5´48´´/ 1,36 Mb)


    Depois da visita do Presidente Bush ao Presidente Lula no início de 2007, as discussões sobre a substituição pelo etanol do consumo da gasolina no sistema automotivo norte-americano ganharam manchete e o antigo Proalcool brasileiro ganhou foros de figurino internacional. Mas a matriz da economia política do Proalcool brasileiro não aparece na grande mídia com as tinturas reais das relações econômicas e sociais que produz e reproduz. Por isso a discussão em geral escapa para uma versão estritamente mercantil privada; quando são os custos sociais da opção “Brasil – Grande Canavial” o grave problema que se nos coloca no presente.

  • Cesar Sanson

    Cesar Sanson*
    Clique aqui para ouvir (4'42'' / 1,07 Mb)
    A corrida pelo etanol não apresenta apenas um risco ao meio ambiente. A cana-de-açúcar traz consigo miséria e condições de trabalho aviltantes para um contingente ainda grande de trabalhadores no campo - os cortadores de cana.

  • Ariovaldo Umbelino

    Ariovaldo Umbelino de Oliveira
    Clique aqui para ouvir(7'26'' / 1,70 Mb)

    Terminei o último artigo informando que o recorde dos assentamentos da SR de Santarém no Pará em 2006, encobria o uso da reforma agrária como “instrumento” de uma a ação criminosa, para beneficiar o agronegócio da madeira e a grilagem de terras públicas. Informei também os leitores que a política de reforma agrária do governo Lula está marcada por dois princípios: não fazê-la nas áreas de domínio do agronegócio e, fazê-la nas áreas onde ela possa “ajudar” o agronegócio.