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Justiça britânica hesita em punir responsáveis pela morte de Jean Charles

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Clique aqui para ouvir(1'37'' / 380 Kb) - O caso que envolve o assassinato de Jean Charles pode terminar em impunidade. O brasileiro foi morto em julho de 2005, no metrô de Londres - Inglaterra - por policiais da Scotland Yard, com sete tiros na cabeça. Jean Charles foi confundido com um terrorista. O fato ocorreu duas semanas após atentados que mataram 52 pessoas na capital inglesa.

A Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPPC) é responsável pela elaboração do relatório intitulado StockWell II, que será usado como base para o julgamento da polícia inglesa em relação a morte do brasileiro.

De acordo com o jornal The Guardian, este é o segundo documento elaborado pelo instituto. O primeiro, divulgado no início de 2006, simplesmente não recomendou nenhuma ação legal contra os policiais envolvidos na operação que culminou na morte do brasileiro. A Promotoria Pública Britânica decidiu não processar nenhum deles.

O The Guardian afirma que o IPPC ao elaborar o segundo relatório, está atrás de um falso culpado para o caso. O StockWell II acusa o chefe da unidade antiterrorismo da polícia de Londres, Andy Hayman, em errar ao hesitar em assumir a culpa pela morte do brasileiro, mas retira as críticas envolvendo os demais policiais que estavam na ação que resultou no assassinato.

O início do julgamento da polícia londrina está marcado para outubro.

De São Paulo, da Radioagência NP, Juliano Domingues.

01/08/07