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Milícias armadas juram de morte lideranças indígenas no MA

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(1´25´´/ 667Kb) - Pelo menos 8 lideranças indígenas da tribo Guajajara estão sofrendo ameaças de morte por milícias armadas no município Grajaú, no Maranhão. A denúncia é do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), que pediu proteção do governo aos caciques.

O conflito na região tem como causa a reivindicação de 62 mil hectares como área indígena, que foram excluídos na homologação das terras de Cana Brava e Bacurizinho, em 2001. A coordenadora do Cimi no estado, Rosimeire Diniz, explica que, desde então, a região foi invadida por exploradores ilegais de carvão e pelo agronegócio da soja e do eucalipto. Ela conta a última ação das milícias armadas, no mês passado, quando o cacique João Araújo Guajajara foi morto.

“De lá pra cá vem toda hora: ‘ou vocês saem por bem ou por mal’, ‘vamos matar vocês’ etc. Até que no dia 16 de maio a ameaça ficou mais forte, os indígenas denunciaram isso na Funai [Fundação Nacional do Índio], mas nenhuma providência foi tomada e no dia 21 aconteceu o conflito. Dez homens armados invadiram a aldeia, tocaram fogo em uma primeira casa e já foram atirando contra os indígenas. Duas pessoas foram baleadas – além do morto – uma na cabeça e outra na perna, e uma adolescente foi também violentada”.

O Cimi denuncia ainda que desse grupo armado, somente um está preso - Milton Alves - e que o clima continua tenso na região.

De Brasília, Beatriz Pasqualino