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Polícia britânica se defende acusando Jean Charles de Menezes

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clique aqui para ouvir(1´24´´ / 332 Kb) - Na segunda semana de julgamento do caso da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto a tiros pela polícia britânica em um metrô de Londres em 2005, a polícia tenta agora provar sua inocência colocando em questão o comportamento de Jean Charles. Durante o depoimento de um dos homens que seguiu Jean Charles até o metrô, o policial classificou como suspeito o comportamento do brasileiro.

Ele declarou que não podia afirmar que o brasileiro estava fugindo, mas achou suspeito quando ele começou a dar empurrões e se mover em direção à porta do vagão, além de “mexer com as mãos de forma estranha”. Ele relembrou o momento em que um dos policiais apontou a arma para a cabeça do brasileiro e o pânico que se instalou entre os passageiros que estavam dentro do vagão, quando os policiais atiraram nele. Foram oito disparos. Jean foi confundido pela polícia com um terrorista e por isto teria sido morto.

No primeiro dia de julgamento a promotora do caso, classificou a ação da polícia como um erro “chocante e catastrófico’. Mesmo assim, em fevereiro deste ano, a oficial Cressida Dick, que supervisionava a operação em que o brasileiro foi morto, foi promovida ao quarto cargo mais alto da corporação. A família do brasileiro que acompanhou o início do julgamento lamenta a decisão da promotoria de não punir individualmente os policiais e sim a polícia londrina, que se for condenada terá de pagar apenas uma multa.

De Brasília, da Radioagência NP, Gisele Barbieri

10/10/07