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ONGs criticam posição do Brasil sobre identificação de transgênicos

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(1´20´´/ 630Kb) - A posição do Brasil no segundo encontro das partes do Protocolo de Cartagena de Biossegurança, realizado no Canadá, está sendo duramente criticada por ONGs (Organizações Não-Governamentais) latino-americanas que condenam os alimentos geneticamente modificados.

Assim como a delegação brasileira, a do Canadá, Austrália, Argentina, Chile e Uruguai defenderam que as cargas transgênicas para consumo humano, animal ou para processamento tragam a informação “contém transgênicos”.

Mas as Ongs não concordam e deixam isso claro em uma carta escrita ao governo brasileiro na qual dizem estarem “frustradas e perplexas” com esse posicionamento. Segundo as organizações, essa identificação é imprecisa e anula o resto do Protocolo, já que “inviabiliza medidas previstas de precaução, rotulagem, análise do risco e introdução no ambiente".

No documento - assinado por entidades como a Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, o Greenpeace e a Terra de Direitos – as entidades alertam para o fato de que “o que está em jogo nestas negociações vai muito além do comércio” e pedem ao Brasil que se una aos países que trabalham na construção de um regime eficaz para a biossegurança.

De Brasília, Beatriz Pasqualino