Skip to Content

Equador não aceita proposta e expulsa Odebrecht

  • strict warning: Non-static method view::load() should not be called statically in /data_cpro6462/ranp/public_html/sites/all/modules/views/views.module on line 906.
  • strict warning: Declaration of views_handler_argument::init() should be compatible with views_handler::init(&$view, $options) in /data_cpro6462/ranp/public_html/sites/all/modules/views/handlers/views_handler_argument.inc on line 744.
  • strict warning: Declaration of views_plugin_row::options_validate() should be compatible with views_plugin::options_validate(&$form, &$form_state) in /data_cpro6462/ranp/public_html/sites/all/modules/views/plugins/views_plugin_row.inc on line 134.
  • strict warning: Declaration of views_plugin_row::options_submit() should be compatible with views_plugin::options_submit(&$form, &$form_state) in /data_cpro6462/ranp/public_html/sites/all/modules/views/plugins/views_plugin_row.inc on line 134.

Clique aqui para ouvir(1'30'' / 200 Kb) - O governo do Equador não aceitou o acordo com a empreiteira brasileira Odebrecht e decidiu expulsá-la do país. Com a decisão tomada nesta quarta-feira (8), todos os contratos da construtora, que totalizam mais de R$ 1,4 bilhão, estão encerrados. Na semana passada, a empresa ofereceu uma garantia de R$ 93 milhões para o pagamento de uma eventual multa, caso uma auditoria internacional responsabilizasse a construtora pelas falhas na usina hidrelétrica San Francisco.

O impasse começou no último dia 23, quando o presidente equatoriano Rafael Correa assinou um decreto que ordenou o embargo dos bens da Odebrecht, a militarização das obras em andamento e proibiu funcionários da empresa de deixar o país.

A Odebrecht, em parceria com outras duas empresas européias, construiu a usina hidrelétrica San Francisco, com uma potência prevista de 230 megawatts e com capacidade para abastecer 12% da energia do país. A usina foi inaugurada em junho de 2007, mas em junho de 2008 ela começou a apresentar falhas e logo depois foi fechada, deixando o país em sérios riscos de apagões de energia.

Para expulsar a Odebrecht do país, o governo também alegou outras falhas da empresa. Segundo Correa, a empresa recebeu verba antecipada para a obra da usina hidrelétrica Teoachi-Pilaton e até agora não fez nada.

De São Paulo, da Radioagência NP, Vinicius Mansur.

09/10/08