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ONU pede mais uma vez fim do embargo econômico a Cuba

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Clique aqui para ouvir(1´49´´/ 429 Kb) - A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta quarta-feira (29), uma resolução que pede o fim do embargo econômico e comercial dos Estados Unidos a Cuba. A resolução foi aprovada por 185 países, de um total de 192 que integram a ONU. A medida imposta pelos estadunidenses foi implantada em 1962.

Esta é a 17.ª vez que a ONU vota um texto similar para o fim das restrições à ilha. No entanto, os EUA continuam resistentes à decisão. O chanceler cubano, Felipe Perez Roque, disse que caberá ao próximo presidente americano decidir se acata ou não a medida.

O diplomata americano, Ron Goddard, afirmou que o embargo é justificável porque o governo cubano, ainda guiado pelas idéias de Fidel Castro, não é democrático e restringe a liberdade política dos cidadãos.

A escritora e historiadora autora do livro “Fidel Castro uma biografia consentida”, Cláudia Furiati, concorda em parte com as críticas, mas diz que o regime implantado por Fidel não pode ser condenado sob um ponto de vista simplista.

“Os ditadores que nós conhecemos favoreceram sua família, seus sócios e tiraram dinheiro do povo. Não fizeram nada para os seus povos e sim para si mesmo. O Fidel não se encaixa nesse conceito de ditador. Existe uma censura? Controle da informação? Existe o primado de um partido? Existe tudo isso. Mas você não pode equiparar a história do Fidel e da revolução com essas pequenas histórias desses ditadores.”

Os representantes presentes da Assembléia concordaram em parte com o diplomata americano, afirmando que a situação dos direitos humanos em Cuba melhorou, mas que continua a perseguição aos opositores do regime.

De São Paulo, da Radioagência NP, Juliano Domingues.

30/10/08