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Ocupação militar do Haiti completa cinco anos

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Clique aqui para ouvir(1'18'' / 309 Kb) - A ocupação do Haiti por tropas militares, entre elas tropas brasileiras, completa cinco anos nesta segunda-feira (01). A ação integra a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah, na sigla francesa), que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), tem o intuito de pacificar a região e fornecer segurança aos país. A intervenção, porém, é marcada por rejeição de organizações populares haitianas, repercutindo também no Brasil, que lidera a operação.

Em manifesto, 20 organizações haitianas denunciam que a ocupação do país significa um gasto anual de US$ 540 milhões – o equivalente a mais de R$ 1 bilhão – e pedem que o destino desta verba seja em construção de infra-estrutura, e não em corpo militar. Segundo estimativas do Ministério da Defesa, o Brasil já gastou R$ 577 milhões na ocupação. O orçamento deste ano prevê gastos de mais R$ 128 milhões.

A ONU anunciou que as tropas continuarão na ocupação até outubro. A situação do Haiti, país mais pobre das Américas, foi agravada com a passagem de furacões e falta de alimentos. Organizações brasileiras, como a Assembléia Popular e a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), acreditam que a missão não é humanitária e que agrava a condição dos direitos humanos no país.

De São Paulo, da Radioagência NP, Ana Maria Amorim.

01/06/09

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