Skip to Content

Norte

clique aqui para ouvir (1´42´´ / 463 Kb) - A justiça federal do Pará determinou na última semana, a retirada da empresa Incenxil - Indústria, Comércio, Exportação e Navegação do Xingu Ltda, de uma área de aproximadamente cinco milhões de hectares (um hectare corresponde a medida de um campo de futebol), localizada na fazenda Curuá, na Terra do Meio (PA). A determinação atende um pedido do Ministério Público Federal, que argumenta que a empresa tenha se apropriado da terra através de grilagem - área pública apropriada indevidamente, utilizando-se de título de terras ilegítimo.

(1´49´´ / 428 Kb)- A Cargill Agrícola S.A. teve mais uma derrota na Justiça recentemente. Foi negado à multinacional a medida judicial que tentava impedir o Ministério Público de agir ou divulgar qualquer atividade referente ao fechamento do porto graneleiro da empresa no município de Santarém (PA).

clique aqui para ouvir (1´55´´ / 459 Kb) - Uma ação popular contra a transposição do Rio São Francisco, protocolada na última sexta-feira (16) no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília (DF), marcou o fim do acampamento montado há uma semana na cidade contra a execução deste projeto. Os movimentos sociais e outras entidades intensificaram uma jornada de lutas, desde fevereiro deste ano, contra a obra do governo federal que pretende transferir as águas do Rio São Francisco, no nordeste, para abastecer pequenos rios e açudes da região que sofrem com a seca.

clique aqui para ouvir (2´14´´ / 533 Kb) - Enquanto o governo federal insiste em começar as obras de transferência das águas do Rio São Francisco para abastecer pequenos açudes do semi-árido do Nordeste, movimentos populares do país contestam a obra e pedem pela revitalização do rio, projeto que aposta em salvar a vegetação das áreas degradadas e na construção de açudes.

clique aqui para ouvir (2´07´´ / 489 Kb) - O Ministério Público Federal (MPF) decretou recentemente a paralisação das atividades no porto de processamento de grãos de soja da transnacional Cargill Agrícola S.A., no município de Santarém (PA). O porto foi inaugurado em 2003 e, desde então, atuava com autorização do Estado, mesmo sem a realização de um Estudo de Impacto Ambiental (Eia-Rima) que apontasse os prejuízos do porto à população e ao Rio Tapajós - onde ele está instalado.

clique aqui para ouvir (1´46´´ / 417 Kb) - Para o alívio das comunidades ribeirinhas ameaçadas de perderem suas terras, impasses judiciais ainda travam a liberação da construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Recentemente o Tribunal Regional Federal (TRF) acatou um pedido do Ministério Público Federal, suspendendo o decreto legislativo que autorizava o início das obras. Para o TRF, o decreto é inconstitucional, pois não prevê a consulta das comunidades indígenas que serão atingidas pela hidrelétrica, conforme prevê a Constituição.

clique aqui para ouvir (2´13´´ / 520 Kb) - Com a posição do governo federal de começar em breve as obras de transposição das águas do Rio São Francisco, o Frei Dom Luiz Cappio, bispo de Barra (BA) encaminhou uma carta recentemente ao presidente Lula. Em 2005, ele fez greve de fome por onze dias contra o projeto.

clique aqui para ouvir (1´58´´ / 462 Kb) - “Enquanto os mandantes não sentarem no banco dos réus, a família Stang promete voltar a Belém (PA) quantas vezes forem necessárias”. Esta foi a declaração de David Stang, irmão da freira Dorothy Stang, assassinada há dois anos na região de Anapú, no Pará, com seis tiros disparados por pistoleiros. A missionária estadunidense naturalizada brasileira era grande apoiadora dos trabalhadores rurais na luta pela terra, o que contrariou os interesses dos fazendeiros da Região Amazônica.

clique aqui para ouvir (1´30´´ / 352 Kb) - O agricultor Francisco Martins, testemunha do assassinato do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará, José Dutra da Costa, conhecido como “Dezinho”, em novembro de 2000, está pedindo proteção da Justiça novamente. Francisco reconheceu um dos pistoleiros do assassinato ajudando a polícia a chegar a um dos mandantes do crime, o fazendeiro Décio Barroso Nunes, conhecido como “Delsão”. Dos sete acusados de comandar a morte de Dezinho, até agora nenhum foi condenado.

O agricultor Francisco Martins, testemunha do assassinato do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará, José Dutra da Costa, conhecido como “Dezinho”, em novembro de 2000, está pedindo proteção da Justiça novamente. Francisco reconheceu um dos pistoleiros do assassinato ajudando a polícia a chegar a um dos mandantes do crime, o fazendeiro Décio Barroso Nunes, conhecido como “Delsão”. Dos sete acusados de comandar a morte de Dezinho, até agora nenhum foi condenado.

Conteúdo sindicalizado