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Norte

Foto:Roosewelt Pinheiro/AbrClique aqui para ouvir (1´43´´ / 403 Kb) - Para homenagear as vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás e protestar contra os dez anos de impunidade, a Câmara Federal em Brasília realizou nesta segunda-feira (17) sessão solene com a presença de parlamentares e cerca de 200 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A abertura da sessão foi feita pelo deputado Adão Pretto (PT/RS) que apontou a impunidade como um dos fatores principais na violência no campo.

(1´40´´ / 388 Kb) - A maioria dos projetos de assentamentos rurais da atual gestão do governo federal situa-se na Região Amazônica. Para o integrante da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, o modelo de reforma agrária colocado em prática pelo Brasil é conseqüência do benefício que o país concede ao agronegócio, sobretudo na região do sul do Pará. Segundo o MST, o processo gerou encarecimento das terras agricultáveis no estado, sendo que milhares de famílias ainda esperam por reforma agrária debaixo de lonas pretas no estado.

Clique aqui para ouvir (1´53´´ / 443 Kb) - Após 10 anos do assassinato de 19 agricultores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no episódio conhecido como Massacre de Eldorado dos Carajás (PA), a reforma agrária na região norte do país não avança. Esta é a opinião de João Pedro Stedile, da direção nacional do MST. Para ele, o estado onde ocorreu a chacina está patrocinando um desastre ecológico e social ao priorizar o agronegócio da região, em detrimento da agricultura familiar.

Clique aqui para ouvir (1´49´´ / 423 Kb) - Nesta segunda-feira (17) completa 10 anos o episódio que ficou internacionalmente conhecido como Massacre de Eldorado dos Carajás, quando uma ação policial para desbloqueio da rodovia PA-150 deixou 19 trabalhadores rurais sem-terra mortos e 69 mutilados. A manifestação no Pará, com cerca de 1.500 famílias, pedia a desapropriação de uma área considerada improdutiva pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Até hoje, ninguém está preso pelo crime. Os dois comandantes da operação foram condenados, mas aguardam recurso em liberdade. São eles: Coronel Mário Collares Pantoja e Major José Maria Pereira de Oliveira. Os 144 policiais incriminados foram absolvidos.

Clique aqui para ouvir (1´43´´ / 414 Kb) - Acaba esta semana o prazo concedido pela Justiça para que não-índios desocupem a área da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. Apesar da homologação ter sido decretada pelo governo federal no ano passado, as 170 comunidades indígenas que vivem na área e têm por lei direito exclusivo sobre as terras, sofrem com a resistência dos arrozeiros que não querem deixar a reserva.

Clique aqui para ouvir (2´13´´ / 521 Kb) - Na próxima segunda-feira (17) o Massacre de Eldorado dos Carajás, no município de mesmo nome no sul do Pará, completa dez anos. Uma ação policial para desbloqueio da rodovia PA-150 deixou 19 trabalhadores rurais sem-terra mortos e cerca de 69 feridos. Eles participavam uma manifestação organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para pedir agilidade na reforma agrária. Homens e mulheres ficaram com as seqüelas de tiros e pancadas dados pelos policiais militares. Muitos ainda estão com balas alojadas no corpo. Três anos depois da chacina, o Estado foi responsabilizado pelas vítimas e uma decisão judicial determinou o tratamento médico e psicológico dos feridos.

Clique aqui para ouvir(1´50´´ / 436 Kb) - Nesta segunda-feira (10) mais de 200 pessoas participaram de uma audiência pública na Assembléia Legislativa, em Belém (PA), onde foi apresentado o documento “Do Massacre de Eldorado do Carajás a Irmã Dorothy Stang, o que mudou no campo Paraense?”. A avaliação feita pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organizadores do documento, mostra que em uma década, o combate à violência no campo é pouco significativo.

Clique aqui para ouvir(2´02´´ / 476 Kb) - A expansão das fronteiras agrícolas sobre a Amazônia para o cultivo de soja tem sido patrocinada por multinacionais estrangeiras. A informação é do Greenpeace, Organização não-governamental (Ong) de defesa ao meio ambiente, que lançou na última semana, o relatório intitulado “Comendo a Amazônia”. No documento, a entidade revela, através de um estudo de dois anos, que a demanda mundial por soja produzida na Amazônia, alimenta a destruição da floresta, incentiva o desmatamento, a grilagem de terras e a violência contra as comunidades locais.

Rio Madeira já está poluído pela atividade de garimpoClique aqui para ouvir(1´50´´ / 451 Kb) - A Construção das usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, provocou a mobilização dos movimentos sociais e entidades ambientais. A instalação das duas usinas poderá inundar uma área de 217 quilômetros, atingindo diretamente 21 vilas e comunidades nas cercanias de Porto Velho.

Clique aqui para ouvir (1´15´´ / 293 Kb) - De janeiro de 2005 até o mês passado, 15 crianças indígenas Apinajés morreram vítimas de desidratação e diarréia aguda nas aldeias do município de Tocantinópolis (TO). Oito mortes foram registradas só este ano.

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