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Centro-Oeste

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Clique aqui para ouvir(1'30'' / 355 Kb) - Na cidade de Rio Brilhante (MS), 36 famílias Kaiowá Guarani vivem na aldeia Laranjeira Nhanderu na iminência de um despejo. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu que os indígenas devem sair da área onde estão há mais de dois anos. Nenhuma solução foi apresentada para o povo Guarani pelos órgãos responsáveis pela defesa dos direitos indígenas. Diante disto, a Anistia Internacional, que defende os direitos humanos, iniciou uma campanha contra o despejo.

Clique aqui para ouvir(1'37'' / 381 Kb) - Como parte de uma Jornada Nacional de Lutas, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) começa o Acampamento pela Reforma Agrária nesta segunda-feira (10), em frente ao Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF). Mais de três mil trabalhadores vão participar das atividades, que incluem estudos, debates, marchas, protestos e atividades culturais.

Clique aqui para ouvir(1'56'' / 456 Kb) - Marcados oficialmente para serem reiniciados nesta quarta-feira (05), foram adiados os estudos sobre a demarcação das terras dos índios Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul (MS). A decisão de barrar os estudos foi tomada pelo Tribunal Regional Federal (TRF), em benefício da Federação de Agricultura e Pecuária (Famasul). Com o cancelamento, milhares de indígenas localizados em mais de 20 municípios do sul do estado foram prejudicados.

Clique aqui para ouvir(1'24'' / 331 Kb) - A Procuradoria-Geral da República se posicionou contrária ao pedido de inconstitucionalidade do partido Democratas (DEM) contra a política de cotas da Universidade de Brasília (UnB). O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ressaltou que caso o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda ação favorável para o partido, “um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes” será privado do acesso à universidade.

Clique aqui para ouvir(1'42'' / 401 Kb) - Depois do pedido de inconstitucionalidade movido pelo partido dos Democratas (Demo) contra o sistema de cotas da Universidade de Brasília (UnB), o reitor José Geraldo de Sousa Junior envia para o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (28), os documentos que regulamentam as vagas para estudantes negros e indígenas da universidade. Os documentos foram solicitados pelo presidente do STF, Gilmar Mendes.

Clique aqui para ouvir(1'51'' / 435 Kb) - A luta pela terra do povo indígena Kaiowá Guarani no estado do Mato Grosso do Sul é marcada por entraves com o poder público. Enquanto a demarcação não acontece, a situação dos índios se agrava. Relatórios de violência no campo já apontaram que a falta de terra justifica o alto grau de suicídios deste povo e, mesmo com medidas aprovadas para efetivar a demarcação das terras, nada foi concretizado.

Clique aqui para ouvir(1'25'' / 336 Kb) - O atendimento do sistema público de saúde do Distrito Federal (DF) é ruim. Esta é a avaliação de mais da metade (52,8%) dos usuários do sistema. Apenas 19% dos entrevistados consideram a situação positiva e 28%, regular. As informações constam em uma pesquisa divulgada, nesta segunda-feira (20), pelo Sindicato dos Médicos do DF. Foram entrevistadas 400 pessoas, com renda média de um a dois salários mínimos.

Clique aqui para ouvir(1'40'' / 391 Kb) - Os estudantes do curso de direito agrário, criado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), divulgaram uma nota de protesto contra o fechamento do curso. A decisão de acabar com as aulas foi adotada pela Justiça Federal do estado goiano em 15 de junho. Destinado somente para assentados, o curso surgiu em uma parceria feita entre a Universidade e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Clique aqui para ouvir(1'27'' / 342 Kb) - A União tem que reconhecer e garantir o direito à terra dos índios Guarani Kaiowá que vivem no Mato Grosso do Sul. A afirmação foi feita pelo presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira. Ele acredita que este fato será o principal desafio da entidade, e que travará uma forte luta com os latifundiários que exploram a região.

Clique aqui para ouvir(1'50'' / 434 Kb) - Após a Justiça Federal determinar a extinção de um curso de direito agrário, criado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) informou que vai recorrer da decisão. A UFG disse que também vai entrar com um recurso. Destinado exclusivamente para assentados, o curso foi firmado por meio de um convênio entre a universidade e o Incra.

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